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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Retorno da Missão

E lá se vai mais um grande herói

Nas últimas semanas o blog "Os Doze Olimpianos" ficara em sono profundo, já que seu autor estivera em uma missão à Cólquida e não poderia de jeito maneira recusar, sendo de prioridade de sua mãe Olimpiana.

As notícias que voltaram pelos nossos 'hóspedes' sobreviventes não são de todo um agrado: nosso querido filho de Ártemis não retornara vivo, pois havia morrido em batalha. Infelizmente a missão não pode ser revelada, nem seus detalhes mais básicos; o que pode-se dizer é que ele fora o primeiro 'hóspede' deste milênio que derrotou a Quimera.

Dédalo, como se chamava o filho de Ártemis - cujo nome não gostaria que fosse revelado em vida-, deixou à mim, um filho de Hades, a missão de cuidar de seu diário Grego que chamava-se "Os Doze Olimpianos". O blog irá voltar à ativa, com a condição de que será um autor diferente - e talvez possa ter até mesmo mais de um autor: outros meio-sangues igual à mim-.

As postagens voltaram antes do solstício de inverno, caso não tenham percebido, isto significa que ficamos livres da ira de Perséfone (graças ao sacrifício que fez Dédalo: uma vida por outra vida). Por ser filho de Hades tenho livre acesso ao reino de meu pai, Dédalo está agora nos campos Elísios, provavelmente treinando com Aquiles para o caso de precisar voltar ao Olimpo.


No demais isto é tudo. Novas postagens iram ser colocadas amanhã, quando florescer a primavera e Perséfone subir à Terra.

☼                        (Apolo, como costumava desenhar o filho de Ártemis)
Ð                         (O Arco de Ártemis, como o nosso herói dizia ser)

Agradecendo à Compreensão, Filho de Hades...





Μετάβαση στην αγκαλιά του Άδη, γενναίος ήρωας. Αναζήτηση με Styx με Χάροντα, Ανεβείτε στο Elysian Fields και να συναντηθείτε με άλλους γενναίους πολεμιστές της φυλής του. Οι γονείς του Olympians περήφανη για σένα, ο γιος της Αρτέμιδος.

Μετάβαση στην αγκαλιά του Μορφέα, και να χαλαρώσετε με τη θεά της ειρήνης

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Hades


Hades (do grego Aidòs), é a terra dos mortos da mitologia grega, governada pelo deus homônimo. Situado no mundo inferior, em baixo da superfície terrestre, é conhecido também como casa ou domínio de Hades (dómos Aidaoú) e é o lugar para onde vão as almas das pessoas mortas (sejam elas boas ou más), guiadas por Caronte para lá tornarem-se sombras. É governado por Hades, usa-se seu nome freqüentemente para designar seu mundo.
Os deuses olímpicos saíram vitoriosos da batalha travada contra os Titãs (a Titanomaquia), e Zeus, Poseidon e Hades partilharam entre si o universo; Zeus ficou com os céus e as terras, Posídon ficou com os oceanos e a terra e Hades ficou com o mundo dos mortos e a terra (essa divisão geral do plano terrestre é que nos deixa à deriva da influência de todos os três). Do mundo inferior, os titãs pediram socorro à Érebo, ao que Zeus respondeu lançando Érebo para lá também, onde se tornou a noite eterna do Hades (Érebo pode ser também outra designação do mundo inferior).
Inicialmente, acreditava-se que o Hades ficava para oeste, para lá do horizonte onde começava o rio Oceano, que dava a volta ao mundo. Posteriormente, o escritor romano Virgílio diz que sua entrada seria perto do Vesúvio, uma região vulcânica que sofre tremores e desprende um cheiro terrível vindo das profundezas. As almas mortas têm primeiro de passar por vários deuses maléficos e monstros. Independente de por onde entrarem os mortos poderiam sempre confiar em Hermes para indicar-lhes o caminho.
Hades, deus do mundo subterrâneo (ou inferno) tinha cinco irmãos: Zeus,Héstia,Demeter, Hera e Poseidon,seus pais eram Cronos e Réia. Era casado com Perséfone,em que Hades ráptou do mundo superior, para ter como rainha. Hades traiu Perséfone duas vezes , uma com a ninfa da Cócito e quando se apaixonou por Leuce, filha do Oceano. Como a terra é dividida igualmente entre os três Deuses (Zeus, Poseidon e Hades), a influência de Hades é quase que estritamente negativa e maléfica, vinculada à pragas, doenças, destruições e guerras, mas também é tida como influência de desafios, afinal nas tradições antigas, para seguirem o "caminho do herói", testes e provações físicas e psicológicas eram necessárias, e Hera (esposa de Zeus) e Hades eram os principais responsáveis diretos por estas provações.
Antes de chegar ao Hades, os mortos pegam a balsa de Caronte para atravessar o rio Aqueronte (das dores). Caronte transporta os heróis, as crianças, os ricos e os pobres para o Hades propriamente dito. Caronte cobra moedas para fazer a passagem. Era costume grego colocar uma moeda, chamada óbolo ou dracma, sob os olhos do cadáver, para pagar Caronte pela viagem. Se a alma não pudesse pagar, ficaria forçadamente na margem do Aqueronte para toda a eternidade, e os gregos temiam que pudesse regressar para perturbar os vivos.
Hades ordenou-lhe que não transportasse vivos, fossem quais fossem as razões para atravessar o rio, ameaçando-o com um pesado castigo, mas alguns, com muita habilidade, conseguiam enganar Caronte ou convencê-lo a abrir uma exceção.
Em algumas versões, em vez do rio Aqueronte aqui estaria o rio Estige, entretanto se considerarmos que o Estige é o rio da imortalidade, é mais provável sua localização nos Campos Elísios.
Na outra margem do Aqueronte ficaria Cérbero, o cão de guarda de três cabeças do Hades. Era muito dócil e gentil com as almas que chegavam, mas demonstrava sua face violenta caso elas tentassem fugir.
No Hades as almas eram julgadas por três juizes, com responsabilidades específicas: Minos, tinha o voto decisivo, Éaco, julgava as almas européias e Radamanto, julgava as almas asiáticas. Nem mesmo Hades interferia no julgamento deles, a não ser em raras ocasiões.
Quando um morto caía no Tártaro parece que ele recebia uma punição específica, como Sísifo que foi condenado a rolar uma pedra com suas mãos até o alto de uma montanha, e toda vez que estava alcançando o topo, a pedra rolava novamente montanha abaixo até o ponto de partida.
Os juízes não são deuses e sim mortos que devido à sua forte personalidade e seu senso de justiça tornaram-se juízes. Em algumas versões Hades seria o presidente do tribunal dos mortos.
O Tártaro é semelhante ao inferno da mitologia cristã, para onde vão as almas malignas. Em outra versão, Tártaro é exclusivamente onde estão aprisionados os titãs, vigiados pelos três Hecatônquiros: Coto, Briareu e Giges.
Sendo que os mortos caem simplesmente no mundo inferior, em algumas versões ele possuía um largo portão de bronze que era fechado por dentro, abrindo-se apenas para dar entrada a mais uma sombra, cercado por muralhas triplas que rodeavam os condenados, e não consta que nenhum conseguisse escapar. Nele trabalhava Hécate, as Harpias (Aelo, Ocípite e Celeno), as Górgonas (Medusa, Esteno, e Euríale). Interessante observar que as harpias e as górgonas já morreram e agora servem a Hades. As Erínias, deusas da vingança (Tisífone, Megaira e Alecto), ficariam parte do tempo punindo os mortos no Tártaro e outro punindo os vivos na Terra. Também trabalhariam no Tártaro as Queres, deusas da morte violenta (existem várias Queres, algumas são Híbride, Limos e Poinê), apesar de em algumas versões as Queres trabalharem ao lado de Tânatos (enquanto Tânatos representa a morte tranqüila, as Queres representam a morte cruel, antes da hora), e em outras trabalham com Ares, deus da guerra.
No Tártaro correria o rio Cócito (das lamentações), Flegetonte (do fogo) e Erídano.
Os Campos Elísios é o paraíso, onde estão as almas dos heróis, santos, poetas e etc. Hades também era ajudado por dois deuses que ficavam nos Campos Elísios, Tânatos, o deus da morte e Hipnos, o deus do sono.
Aqui correria o rio Estige (da imortalidade), que aparece em várias lendas e uma delas é quando a nereida Tétis tentou tornar Aquiles imortal mergulhando-o neste rio, porém, ao mergulhá-lo, segurou-o por um dos calcanhares (daí a expressão "calcanhar de Aquiles" significando ponto vulnerável), assim, esta parte ficou vulnerável, podendo levá-lo à morte.
Aqui brilhava o sol e havia cascatas de vinho, mas independentemente de quanto se bebesse, ninguém ficava embriagado. Segundo algumas versões seus habitantes ficavam aqui 1000 anos até apagar-se tudo de terreno neles, depois disto esqueciam toda a sua vida (provavelmente bebendo do rio Lete) e reencarnavam ou realizavam metempsicose - reencarnar em animais. Os mortos dos campos elísios podem voltar à Terra, mas como sua nova vida é tão boa, raramente o fazem, mesmo por pouco tempo.
Hades moraria num palácio nos campos elísios com sua esposa Perséfone, circundado por um bosque de álamos e salgueiros estéreis. O solo era recoberto de "asfódelo", planta das ruínas e dos cemitérios. Lá havia um vale por onde corria o rio Lete e onde as almas dos que iam voltar a Terra esperavam por um corpo, no momento devido. Em algumas versões o palácio de Hades ficava junto ao tribunal de julgamento. Certas versões obsoletas colocam o juiz Radamanto como cuidando dos campos elísios, e um de seus servos, seria Cronos, anteriormente o líder dos titãs, um deus maligno e cruel, mesmo assim Cronos nunca incomodou ninguém no paraíso.
Em outras versões, existem três caminhos para onde os mortos eram enviados, após julgados:
  • Primeiro Caminho — Campo — O primeiro caminho é uma espécie de "campo", uma região de nevoeiros e de árvores assustadoras. Aqui está a Planície dos Narcisos, mais além estão os campos verdes do Érebo, em algumas versões aqui está o Rio Lete (apesar de ser mais aceito ele nos Campos Elísios). Aqui estão os mortos menos afortunados. Não sofriam tormentos especiais a não ser a tristeza, muitos fugiriam se pudessem;
  • Segundo Caminho — Campos Elísios;
  • Terceiro Caminho — Tártaro.






Rio Estige

Na mitologia grega, Estige (do grego Στυξ, transl. Styx) é uma ninfa e um rio infernal no Hades dedicado a ela.
Estige era uma ninfa, filha de Tétis. Ajudou Zeus na guerra Titanomaquia contra os titãs e foi recompensada com uma fonte de águas mágicas que desaguavam no Hades.
Estige é o rio da invulnerabilidade, um dos rios do Hades. Segundo uma versão da lenda de Dionisio, uma promessa pelo Estige é o voto mais sagrado que pode ser feito. Nem mesmo os deuses podem quebrar uma promessa pelo Estige. Segundo a lenda, a mortal Semele, mãe de Dionisio e uma amante de Zeus, foi enganada por Hera, que querendo vingar-se da amante do marido se metamorfoseou em sua serva. Hera convenceu Semele a pedir a Zeus uma prova de amor: primeiro Semele fez Zeus fazer uma promessa pelo Estige sem saber do que se tratava; depois Semele disse que queria ver a forma verdadeira de Zeus. Tendo já feito a promessa, Zeus não pôde voltar atrás e mostrou sua verdadeira forma a Semele, que morreu nessa metamorfose. O fato de nem mesmo Zeus ter ousado quebrar a promessa, demonstra a importância do voto. O Estige aparece em várias histórias. Numa das mais comuns, Tétis tentou tornar o seu filho Aquiles invunerável mergulhando-o nas águas desse rio. Porém, ao mergulhá-lo, suspendeu-o pelo calcanhar (o calcanhar de Aquiles), ficando esta parte vulnerável, o que acabou sendo o motivo de sua morte durante a Guerra de Tróia.
Neste rio Caronte leva as almas dos mortos até o Hades.
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